• Mapeamento e formalização dos processos, incluindo riscos e controles (narrativas e fluxogramas); 
  • Avaliação do nível de maturidade do ambiente de controles internos;
  • Desenvolvimento da matriz de controles e riscos (operacionais, financeiros e de compliance), por negócio, em conformidade com as práticas da Lei Sarbanes-Oxley (SOX);
  • Implementação de metodologia de autoavaliação de controles (self-assessment), incluindo a capacitação e treinamento aos colaboradores e Executivos;
  • Planejamento e testes de controles, incluindo a elaboração de reportes das deficiências identificadas e respectivos planos de ação (SOCD – summary of control deficiencies);
  • Parcerias estratégicas com provedores de soluções tecnológicas para automatização e gestão das atividades de controles internos (indicadores e monitoramento contínuo);
  • Gestão de Riscos Corporativo (ERM): implementação do programa junto ao Conselho e Diretoria Executiva;
  • Análise de segregação de funções (SOD) – prevenção e detecção de fraudes: tarefas x cargos x acessos (sistêmicos e físicos);